6 filmes que toda a gente deve ver pelo menos uma vez na vida

 

4. Cast Away

Nos anos 2000, Tom Hanks interpretou Chuck Noland, um funcionário de encomendas que consegue sobreviver a um acidente de avião, naufragado numa ilha deserta durante alguns anos. Chuck tenta não cair no pior tipo de insanidade, bem como sobreviver, e usa tudo o que está ao seu alcance para o fazer. No filme, ele abre todas as caixas Fedex que encontra, excepto uma.

Este pacote torna-se um símbolo central do filme, pois o protagonista mantém-no como se fosse a resposta para encontrar a paz mundial. De facto, ele fica tão obcecado com ela que quando finalmente é resgatada, procura que o proprietário lha dê, independentemente de se tratar de documentos importantes, um telefone ou um retrato de família, dando-lhe uma conotação que vai para além disso, pois poderia ser um objecto que lhe dava a esperança de não desistir.

5. Inception

Os filmes de Christopher Nolan sempre nos mantiveram no limite da nossa sede. Os seus filmes levantam dúvidas a cada momento e neste podemos não só ver uma excelente participação de Leonardo DiCaprio, mas o fim deste deixa-nos totalmente atordoados e a querer saber o que aconteceu.

 

Neste filme é-nos apresentado um totem, que é o que delimita o que é um sonho ou realidade, mas no final, Nolan brinca com as nossas mentes mostrando-nos este objecto a girar infinitamente. Enquanto alguns pensam que o carácter de DiCaprio ficou preso numa espécie de limbo, outros afirmam que se trata apenas de uma crise existencial.

6. Batman: The Dark Knight

O Joker é o inimigo natural do Batman, o seu homólogo e até o seu complemento. Ele é um personagem tão complexo que é considerado um dos melhores vilões da história da banda desenhada, porque é o reflexo da anarquia, bem como do caos e representa o quanto o sistema da sociedade está fraturado.

Ao longo do tempo, a explicação da origem deste personagem tem sido procurada e há várias versões que a mostram, mas de qualquer forma há alguns detalhes misteriosos que não têm explicação, como é o caso das cicatrizes no seu rosto sob a forma de um sorriso. Neste filme de Christopher Nolan, onde a actuação magistral de Heath Ledger nos deixa espantados, várias teorias são apresentadas, mas uma nunca é especificada. O actor estudou tão bem esta personagem que conseguiu abstrair, de alguma forma, todo o mistério por detrás da origem das cicatrizes, porque sempre que explica como as conseguiu, muda completamente a versão, dizendo primeiro uma coisa e depois outra muito diferente.