Estudo diz que ressacas melhoram à medida que somos mais velhos

 

Ao contrário do que se possa acreditar – especialmente se os teus melhores dias já estão passados – um novo estudo afirma que as ressacas se tornam menos graves quanto mais velho és.

Isso vai contra quase tudo o que possas acreditar, mas de acordo com os cientistas por detrás deste estudo, é completamente verdade.

Obviamente, as pessoas que são mais jovens tendem a beber mais e a ter menos responsabilidade, mas isso deve certamente facilitar um pouco o seu estado, certo?

Bem, este estudo descobriu que as ressacas tornam-se realmente mais fáceis de curar com a idade, mesmo considerando que os mais velhos tendem a não beber tanto e com menos frequência.

Uma razão por detrás disto é simplesmente o facto de nos habituarmos e o nosso organismo lida melhor com o álcool.

 

A redução da sensibilidade à dor à medida que se envelhece pode significar que aqueles que bebem um bocadinho mais, percebam que afinal a sua manhã não é assim tão má.

Enquanto que quando se é jovem, podes sentir-te um pouco como se o mundo estivesse a acabar.

De qualquer modo, este último artigo foi publicado numa revista chamada Álcool e Alcoolismo e diz que os efeitos nocivos do excesso de álcool na bebida tendem a diminuir com a idade, à medida que as tuas responsabilidades profissionais e familiares aumentam.

No entanto, também notaram que, o quanto uma pessoa se sente embriagada, é um fator chave para como ficas no dia seguinte.

Se te sentires muito bêbedo, é melhor colocar uma garrafa de água fria no frigorífico e o McDonald’s na marcação rápida do telemóvel para o dia seguinte, porque vais precisar.

Chamam-lhe “intoxicação subjetiva”.

“A gravidade da ressaca diminui com a idade, mesmo após o controlo da quantidade de álcool consumida.”

“As diferenças sexuais eram maiores nos grupos etários mais jovens, mas tornaram-se significativamente menores ou inexistentes nos grupos etários mais velhos.”

“A relação entre a idade e a gravidade da ressaca é fortemente mediada por uma intoxicação subjetiva. A sensibilidade à dor, que é mais baixa com o envelhecimento, pode ser um mediador.”