Jovem aventureiro mostra o quão doloroso é o desporto radical Death Diving

 

Muitas pessoas tentam evitar cair de barriga na água para evitar o chapão. No entanto, para os ‘death divers’ é esse o objetivo.

No mergulho olímpico, os atletas esforçam-se por se virar e rodopiar graciosamente no ar, idealmente entrando na água com um pequeno salpico.

No entanto, tal como esse desporto é uma forma de arte, também é o death diving. Conhecido como Døds na Escandinávia, os viciados em adrenalina põem à prova a sua coragem com chapões gigantes.

Como parte do desafio “Adventure Bucket List” da UNILAD, Jez e Tom viajaram até à Suécia e visitaram uma pedreira abandonada mesmo à saída de Estocolmo, onde conheceram a lenda viva do death diving John John.

 

Para poderem realizar os mergulhos como verdadeiros profissionais, foi-lhe dado o “uniforme de salto regulamentado”…umas cuecas de banho. Depois de ultrapassar o seu ligeiro medo das alturas, foram mostradas a Jez as três alturas das quais eles iram saltar: 10m, 15m e 20m.

É um caminho um bocadinho longo até à água, mas John tinha um segredo: “Eu acho que não é preciso ser louco, só um rapaz que não pensa. Fá-lo simplesmente!”

Há um técnica especifica quando se trata de death diving: esticas-te tanto quanto podes durante o máximo de tempo possível e depois encolhes-te como um “camarão” mesmo antes de chegares à água.

E tu, tinhas coragem?