Os campeonatos de “Death Diving” deviam constar nos Jogos Olímpicos

 

Hoje vamos trazer um bocadinho do Death Diving, o desporto que envolve competidores destemidos que se atiram de uma prancha de mergulho de 10 metros de altura, antes de realizarem uma série de poses em pleno ar e baterem na água – muitas vezes “de chapa”.

A verdade é que apesar de parecer hilariante, o desporto não é motivo de riso para os envolvidos. O Dødsing, como é conhecido na Noruega, país de origem, é uma competição séria para os concorrentes, que se enfrentam anualmente no Campeonato do Mundo em Oslo.

Sem surpresas, na era da internet, os vídeos dos campeonatos atraíram milhões de visualizações e catapultaram o desporto para um holofote global.

 

O que é menos óbvio é a forma como este desporto veio a existir em primeiro lugar. De acordo com a Visit Norway, o death diving foi pioneiro nas instalações públicas de natação Frognerbadet em Majorstua, Oslo, onde existe uma prancha de mergulho com 10m de altura que data dos anos 50.

O desporto aparentemente começou a ganhar tracção 30 anos mais tarde antes de ter desaparecido, tendo apenas encontrado a sua popularidade ressuscitada no século XXI.

Como é óbvio, é necessário ter cojones para participar na modalidade, como testemunhou o antigo campeão Truls Torp.

A pergunta que se faz é: para quando fazer disto modalidade olímpica?